124ª Edição
MARÇO
A lei do retorno é inevitável. #th
EDITORIAL
As simplicidade é extraordinária, parece paradoxo mas o que é puro e simples é tão lindo que em uma sociedade viciada e compulsiva o que é natural nem sempre está amostra. Viva o seu dia, ame mais, perceba mais. A gentileza, o amor, a bondade precisam ser exercitados em seu cotidiano, experimente, te fará bem.
Seja bem-vindo a edição 124.
A seguir os autores e seus textos.
GABRIELLE APARECIDA
Impressionista
Amaneciendo constantemente.
Uma ocasião,
meu pai pintou a casa toda
de alaranjado brilhante.
Por muito tempo moramos nesta casa,
como ele mesmo dizia,
constantemente amanhecendo.
BRUNO HENRIQUE
Quem sou eu?
No se puede ver el reflejo y lo real, simultáneamente, cuando si es uno de ellos.
Penso: eu
Mas, quem sou eu? Quem meu eu tenta ser?
Como é ser quem eu sou?
Não sei.
Não sei, pois eu mesmo sou eu.
E não se pode ver o reflexo e o real, simultaneamente, quando se é um deles.
Mas, ainda quero saber: quem sou eu?
Não sei.
Não sei quem eu sou.
Você também não sabe. Talvez ninguém saiba.
Não conheço o real, tampouco o reflexo.
Quero saber de quem talvez saiba: quem sou eu?
FELIPE ERYC
Pensamentos adaptados
Viva la vida.
Viva a vida como se não tivesse o dia a seguinte, a vida é como se fosse uma música que pouco a pouco você vai dando ritmo e perfeição. Nem sempre a vida é como queremos, mas podemos fazer cada dia melhor que o outro com esforço e dedicação. Viva mais, persista mais, viva. Nunca é tarde demais para novos desafios.
GRAZIELE DIAS
Você merece mais!
Ámate a ti mismo primero.
Não gaste mensagens com quem não responde. Não gaste palavras com que não te escuta. Não gaste sua vida com quem não te merece. Seja feliz e se ame em primeiro lugar!
Nos vemos na próxima edição. Obrigado por sua leitura!
Leia mais
LUANA LÍVIA
Solidão
¿Somos realmente invisibles o las personas que eligen no vernos?
O que seria a solidão? Uma situação permanente ou apenas eu estado de espírito passageiro? É normal se sentir sozinho mesmo estando cercado de pessoas? Será que somos realmente invisíveis ou as pessoas que escolhem não nos ver?
É possível ignorar uma pessoa que pede socorro, que grita por ajuda? Existem pessoas que tem o dom de enxergar o que ninguém mais tenta? Algum dia alguém vira me salvar? Parece que todos os que navegam no meu oceano de desespero acabam naufragando, será por desistência própria ou obra do destino?
Me pego pensando se tudo o que vivo é real, se realmente acontece tudo que vejo acontecer, afinal, posso estar apenas delirando? Perdida nesse mundo de ilusões, é incrivelmente difícil distinguir pensamentos da da realidade, porque é tão difícil?
Talvez um dia venha um cavaleiro de armadura em um cavalo branco me salvar, mas levando em conta o meu azar, será que ele vai me encontrar? Já esperei tanto que quando ele chegar, se chegar, já não vai mais me encontrar perguntando “onde ela está?”
Mas eu já terei me afogado no meu mar de confusões, sempre me perguntando, porque não me permiti ser salva? Agora que já estou me afogando só me resta perguntas, e talvez a principal seja: é possível alguém sobreviver em meio a tanta solidão? E eu mesma me respondo, evidentemente, não!
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Edição publicada por
Tiago Henrique
thvirtual.com
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